terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

VOCÊ JÁ VIU ALGUMA PARECIDA?







Desde antigamente o homem registra situações, pessoas e animais.
No começo, fazia pinturas rupestres, depois passou a fazer desenhos mais elaborados.
Tivemos gênios como Da Vince, e mestres na arte da fotografia que registraram momentos de suma importância para a humanidade.
Veja que as fotos que foram postadas mostram um registro de situações que lembram as décadas de 20 e 30.
Você tem fotografias antigas em casa? Quer mostrar para a gente e comentar sobre elas? Lembre-se que mesmo que elas digam respeito à sua vida ou da sua família, também fazem parte da "nossa história"
Mande seu e-mail e entraremos em contato.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

QUEM PROCURA ACHA...


E não é que acha mesmo?


Nick Davies, meio interessado em arqueologia, comprou um “simples” equipamento de detecção de metais e saiu procurando um tesouro.
Em sua primeira aventura arqueológica, descobriu um vaso com pelo menos 10 mil moedas datadas da Era Romana.
As moedas foram encontradas na região de Shrewsbury, Shropshire, na Inglaterra.
O Serviço de Museus do governo local acredita que as moedas tenham ficado enterradas por pelo menos 1.700 anos, já que foram cunhadas entre os anos 320 d.C e 340 d.C, no final do governo de Constantino I, quando o território inglês servia de zona de abastecimento de alimentos para o Império Romano.
Na pilha, há moedas que comemoram o aniversário e a fundação de Roma e de Constantinopla. Juntas elas pesam aproximadamente 32 kg.
As moedas foram encontradas num grande e simples vasilhame de barro.
O topo do vaso já havia se quebrado mesmo sob a terra, mas as 300 e poucas moedas que deslizaram para fora foram recuperadas pelo arqueólogo amador.
As moedas, aproximando em número 10.000, são todas de bronze.
Algumas têm banho de prata. Elas eram conhecidas como NUMMI, e eram comuns no século IV da nossa era.
É provável que essa grande quantidade de moedas faça parte do tesouro de uma comunidade ou de uma família, mas devem ser o resultado de pagamento de uma ou mais colheitas.
Só não se pode imaginar porque essas economias não foram retiradas do solo por seu dono.
O grupo de moedas e o jarro em que foram encontradas foram mandados para o Museu Britânico para um exame detalhado do material encontrado. No museu, o processo de limpeza das moedas, separação daquelas que se fundiram umas às outras e classificação deve levar diversos meses, e até lá essa descoberta não estará acessível ao grande público.

Agora, para achar, tem que procurar....

Fonte:Shropshire Star

domingo, 31 de janeiro de 2010

TECNOLOGIA APRESENTA O PASSADO


Imagens em 3D mostram detalhes de aranhas pré-históricas


Com equipamento de tomografia e alguns programas de computação gráfica, cientistas do Imperial College London, na Inglaterra, criaram imagens tridimensionais de fósseis de duas espécies de aranhas que viveram há 300 milhões de anos.

As espécies, de nome muito feio, Cryptomartus hindi e Eophrynus prestvicii são “parentes próximas” de aranhas modernas.

As imagens tridimensionais revelaram detalhes até então desconhecidos das criaturas, como mecanismos de defesa. Mostraram que as aranhas tinham hábitos predadores, e deram aos cientistas uma idéia melhor do que se passava no período anterior ao dos dinossauros.

Os resultados foram publicados na revista especializada Biology Letters.

Ao todo foram feitas umas 3 mil imagens de cada fóssil.

O programa de computação desenvolvido pelo Imperial College London foi usado para juntar todas as imagens em um modelo virtual único, detalhado e tridimensional das aranhas.

As imagens tridimensionais revelam que as patas dianteiras da Cryptomartus híndi eram direcionadas para frente, sugerindo que a aranha era “um predador que caçava por emboscada” como faz a moderna aranha caranguejeira, que aguarda, escondida, a aproximação da presa.

Conclusões também foram feitas sobre a Eophrynus prestvicii, que tinha espinhos nas costas como medida de defesa para torná-la menos palatável aos anfíbios, que seriam seus predadores naturais.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010