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segunda-feira, 31 de maio de 2010

MÚMIAS ENCONTRADAS


Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu um conjunto de 45 túmulos que preservam suas múmias em bom estado e pertencentes a diferentes épocas faraônicas, na região de Al Fayoum, a 100km sudoeste do Cairo. O túmulos foram descobertos em um sítio arqueológico conhecido como Al Lahun onde está a pirâmide que é conhecida como Pirâmide de Al- Lahun ou Pirâmide de Sesostris II, do período de 1938 a 1630 aC. No entanto, as pesquisas e descobertas feitas neste sítio arqueológico no século XXI mostram que este local foi também um importante centro num período ainda mais antigo da civilização egípcia de 2925 a 2575 aC.

As 45 múmias encontradas estão em ótimas condições e ainda preservam suas bandagens decoradas com passagens religiosas com cenas do Livro dos Mortos representando diversos deusas do antigo Egito:Horus, Hator, Knum e Amon . Durante a excavação 4 cemitérios foram descobertos. Os cemitérios relativos às primeira e segunda dinastias continham 14 tumbas, uma das quais estava ainda completamente intacta, com um sarcófago de madeira contendo uma múmia embrulada em linho. Os outros dois cemitérios continham 31 tumbas na maioria pertencentes as XI e XII dinastias.

Além disso os arqueólogos encontraram os quatro cantos do templo do Rei Senusret II, quatro poços em que estavam uma grande coleção de cerâmicas. No ano passado o mesmo grupo de arqueólogos trouxe à tona uma necrópolis com 53 tumbas excavadas na pedra.

Fonte: Peregrina Cultural

sábado, 24 de abril de 2010

Encontrada no Egito tumba de 3.300 anos do rei Ken-Amun

Sítio arqueológico em Ismailia, a 120 km do Cairo

Figuras humanas decoram as paredes da tumba
O Conselho Supremo de Antiguidades do Egito divulgou no dia 14 de abril de 2010 ter descoberto a tumba do rei Ken-Amun, da 19ª Dinastia (1.315 - 1.201 a.C), em Ismailia, a cerca de 120 quilômetros do Cairo.
De acordo com o representante do Conselho, Zahi Hawass, a tumba de 3.300 anos foi encontrada por arqueólogos durante escavações e estava abaixo de 35 outras tumbas da era romana. O túmulo recém descoberto está em ótimo estado de conservação.
A tumba, feita de tijolos e lama, encontra-se decorada com cenas e inscrições conhecidas do período Ramessida. A tumba consiste em uma sala retangular com um teto abobadado de pedra e um poço profundo com o formato quadrado.
Fonte: G1

domingo, 11 de abril de 2010

ARQUEOLOGIA: CASA DE 8.000 ANOS FOI ENCONTRADA EM ISRAEL


Com as construções retomadas na Faixa de Gaza e a controvérsia atual das novas edificações em Jerusalém, em janeiro deste ano arqueólogos encontraram uma casa construída há cerca de 8 mil anos, em Tel-Aviv.
A casa encontrava-se em uma região onde hoje fica um dos bairros mais sofisticados de Tel Aviv e onde, curiosamente, também foram encontrados restos de um hipopótamo que viveu na mesma época em que a construção foi realizada
Fonte:Terra

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

QUEM PROCURA ACHA...


E não é que acha mesmo?


Nick Davies, meio interessado em arqueologia, comprou um “simples” equipamento de detecção de metais e saiu procurando um tesouro.
Em sua primeira aventura arqueológica, descobriu um vaso com pelo menos 10 mil moedas datadas da Era Romana.
As moedas foram encontradas na região de Shrewsbury, Shropshire, na Inglaterra.
O Serviço de Museus do governo local acredita que as moedas tenham ficado enterradas por pelo menos 1.700 anos, já que foram cunhadas entre os anos 320 d.C e 340 d.C, no final do governo de Constantino I, quando o território inglês servia de zona de abastecimento de alimentos para o Império Romano.
Na pilha, há moedas que comemoram o aniversário e a fundação de Roma e de Constantinopla. Juntas elas pesam aproximadamente 32 kg.
As moedas foram encontradas num grande e simples vasilhame de barro.
O topo do vaso já havia se quebrado mesmo sob a terra, mas as 300 e poucas moedas que deslizaram para fora foram recuperadas pelo arqueólogo amador.
As moedas, aproximando em número 10.000, são todas de bronze.
Algumas têm banho de prata. Elas eram conhecidas como NUMMI, e eram comuns no século IV da nossa era.
É provável que essa grande quantidade de moedas faça parte do tesouro de uma comunidade ou de uma família, mas devem ser o resultado de pagamento de uma ou mais colheitas.
Só não se pode imaginar porque essas economias não foram retiradas do solo por seu dono.
O grupo de moedas e o jarro em que foram encontradas foram mandados para o Museu Britânico para um exame detalhado do material encontrado. No museu, o processo de limpeza das moedas, separação daquelas que se fundiram umas às outras e classificação deve levar diversos meses, e até lá essa descoberta não estará acessível ao grande público.

Agora, para achar, tem que procurar....

Fonte:Shropshire Star